sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

INFERNO ASTRAL


A SEXTA-FEIRA 13 DO VASCO CHEGOU NA QUINTA.PERDEU 5 PONTOS NO TJD E AINDA OBRIGOU O ROBERTO A SE DEFENDER DAS ACUSAÇÕES DO VICE DE MARKETING.TUDO JOGANDO CONTRA.O VASCO SE DEFENDE,AO AFIRMAR QUE JÉFERSON FOI ESCALADO NO PRIMEIRO JOGO,CONTRA O AMERICANO,COM A FEDERAÇÃOP CONSIDERANDO LEGAL A SITUAÇÃO DO JOGADOR.E SE PODE CONFIAR NA FEDERAÇÃO?PRINCIPALMENTE AGORA QUE TEM NO EURICO MIRANDA SEU DIRIGENTE OU "COLABORADOR".O VASCO NÃO MERECIA ISSO,MAS PAGA,TAMBÉM, PELA INEXPERIÊNCIA DO ROBERTO DINAMITE.PARA OS MAIS CASCUDOS,NÃO FALTA EXPERIÊNCIA,MAS MALANDRAGEM,QUE SOBRAVA NA ADMINISTRAÇÃO ANTERIOR.

Velas ao mar

Por Lédio Carmona


Algumas questões e opiniões sobre o Caso Jefferson e sobre a briga Dinamite-Coelho-Mandarino, que só servirá para murchar e atrapalhar o já desmotivante Carioqa-2009.

1.Não dá para escalar um jogador com problemas de inscrição. Não dá para “imaginar” que estava tudo certo, no BID, no BIRA, no BAD, sei lá onde. O Vasco se arriscou à toa, pois era mais um jogo que pouca valia nessa fase de grupos do Estadual.

2.Claro que o caso tem um viés político. Havia gente disposta a dedurar o Vasco, independente de o clube estar certo ou errado no BID, no BIRA ou no BAD. Gente de fora ou, porque não, até de dentro.

3.Eu me recso a acreditar que o Vasco pague um salário de R$ 280 mil para um treinador. Por melhor que ele seja.

4.A briga dentro da diretoria só serve para minar o ambiente dentro do departamento de futebol, que, bem ou mal, está em reconstrução. Bem-feita, por sinal.

5.Em conseqüência, profissionais de ponta, como Dorival Junior e Rodrigo Caetano, daqui a pouco se cansam e partem para outra. Ninguém atura trabalhar por muito tempo dentro de um tiroteio doméstico.

6.Não vejo o menor problema de Roberto Dinamite ter empregado um ou dois parentes. Se trabalham direito e são competentes, nada contra. Nepotismo é dar salário alguém que se locuplete de um cargo. Não me parece ser esse o caso. Duas perguntas. A) Roberto é o primeiro cartola do futebol a empregar parente? B) Roberto é o primeiro cartola do Vasco a empregar parente?


7.Enquanto o Vasco não cessar a guerra política, interna e externa, dentro da stuação, e também via oposição, o clube não andará para frente. Ou evoluirá em passos de tartaruga. Ninguém agüenta trabalhar sob a sombra do passado, repleto de fantasmas e viúvas. Enquanto o Vasco não se livrar desse “vício” e das conseqüentes rêmoras, o torcedor terá que conviver com o presente atormentado e o futuro incerto.

Ingenuidade x burocracia = degola

Por Lédio Carmona


O Vasco acaba de perder seis pontos no TJD por escalar Jéferson de forma irregular na primeira partida do Cariocão, contra o Americano

E agora? Falta mais o que?

Na fase atual, desgraça pouca é bobagem.

O torcedor só espera poder voltar a sonhar um dia e ver o fim desse pesadelo.

E. mais do que nunca, os vascaínos se apegam às frases, na esperança de que dias melhores virão.

“O sentimento nao pode parar”. “Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal”. E tem a do adesivo do táxi, já mencionada no post anterior. “Eu quero o meu Vasco de volta”.

Todo mundo quer.

Será? Talvez eu também esteja sendo ingênuo.

Ah, sim. Chegou o zagueiro novo. Leonardo, ex-Santos e Shakhtar Donetski (foto). Seja bem-vindo. Mas chegue de capacete. É mais seguro.

Quando será que isso vai acabar?

Alô, Turma da Fuzarca!

Fiquei preocupado após ouvir o que o José Henrique Coelho tem a dizer. Mas que inferno, o pá!

Será que isso nunca vai acabar? Quando poderemos nos preocupar somente com a bola em campo, com o esquema tático, com as vitórias?

Estou decepcionado. Não sei se o que ele disse é verdade, mas como já dizia Dom Manolo, meu assessor para ditados populares, "onde há fumaça, há fogo".

As mãos da torcida

Blog da Fuzarca

As denúncias feitas pelo José Henrique Coelho foram reiteradas em uma entrevista coletiva dada pelo ex-VP de marketing do Vasco. A diretoria também concedeu uma entrevista coletiva. Estavam presentes Roberto Dinamite, José Hamilton Mandarino, Luso Soares da Costa, Manoel Moutinho e Olavo Monteiro de Carvalho.

Sobre as acusações de Coelho, Dinamite disse que “deixa nas mãos de Deus” e que “o futuro dirá quem está certo”. Sobre o Caixa 2 alimentada pela venda de ingressos para as torcidas organizadas, Dinamite respondeu: “Não existe isso. Não sei de onde partiu essa idéia. Queremos um Vasco forte e unido e não um clube dividido“.

Ou seja, diante da maior crise da sua gestão, nosso presidente só lavou as mãos (deixando a solução dos problemas em mãos divinas) e negou as acusações sem provar que realmente não pratica as irregularidades, exatamente como fazia o ex-presidente quando era acusado de algo. Na prática, nosso Presidente não fez nada. Ou, pior, fez algo que disse sempre repudiar.

Coube então ao Mandarino fazer o papel que caberia ao mandatário do clube. Procurou justificativas para a atitude do Coelho (desejo por remuneração), explicou a tal fraude no orçamento, os ingressos para as organizadas e a política salarial da comissão técnica. Algumas coisas ficaram meio vagas, outras precisam de uma confirmação mais definitivas que apenas palavras. Mas as respostas foram dadas.

Mas não pelo Presidente, que era quem devia responder às acusações. Dinamite preferiu falar nas mãos de Deus.

Que o Dinamite era muito mais um nome de consenso do que o melhor candidato a presidente para o Clube, isso era fácil perceber. Mas esperava-se que, com o apoio dos sócios e da torcida e bem assessorado, ele poderia fazer uma boa gestão. Depois de seis meses já vimos que Dinamite não tinha a tal boa assessoria – Necas, Américos e Coelhos que o digam – e agora, depois de mostrar que na hora de encarar as crises ele prefere deixar seu Vice-Presidente de Futebol dar a cara à tapa, começa também a não ter o apoio da torcida.

Dinamite foi um dos atacantes mais decisivos do país. Sua carreira no Vasco foi o que lhe garantiu toda a esperança que os vascaínos de todo o Brasil depositavam em sua gestão. Se ele continuar dirigindo o clube dessa maneira carente de atitude e firmeza, não serão as mãos de Deus que vão ajudá-lo. O apoio à sua presidência estará é nas mãos da torcida.

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E depois de termos perdido os 6 pontos por conta da escalação do Jéferson contra o Americano, está também nas mãos da torcida o futuro do Vasco nesse Estadual. Muitos já pregam o boicote ao campeonato, por conta dos vários acontecimentos estranhos quem têm acontecido. Não acho que esse seja o papel que cabe a nós, vascaínos.

As arbitragens são horríveis, ex-dirigentes do Vasco – ligados à antiga gestão – denunciam o clube, os resultados, sejam nos campos ou nos tribunais, sempre favorecem os “favoritos” ao título. Diante de tudo isso, algum vascaíno ainda pode achar que a solução é abandonar o time?

Acho que deve ser justamente o contrário. Se nos tiram pontos, se nos eliminam de um turno, devemos é apoiar o time – que, mal ou bem, tem correspondido em campo – para que superemos isso tudo onde realmente importa: na bola.

O futebolzinho que esse Estadual tem apresentado não é pra deixar nenhum torcedor desacreditado. Se não conseguirmos os pontos de volta no recurso e formos realmente eliminados da Taça Guanabara (não por Fluzim, Americano ou Cabofriense, e sim por advogados), podemos muito bem chegar na Taça Rio e fazer uma campanha semelhante, indo com alguma tranqüilidade para as semifinais do segundo turno. Isso, claro, se não inventarem outro tapetão. Mas sem o apoio da torcida, a missão ficará bem mais difícil.

Está na nossa história e tradição vencer as barreiras que nos impõem, sejam justas ou não. Não é hora de entregar os pontos, é hora de nos superarmos nas arquibancadas e ajudar o time a se superar em campo. Temos plenas condições de fazer isso. E é preciso acreditar que podemos fazer a diferença. Isso também está nas nossas mãos.

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Então acontece o seguinte: o jogador está inscrito normalmente na competição. Vem um clube de outro Estado e, na justiça, anula o contrato do jogador. O Vasco consegue a anulação da medida com uma liminar. E o jogador que, repito, antes estava normalmente inscrito na competição, precisa passar por todos os trâmites novamente para estar apto a jogar.

É, faz muito sentido.

Claro que peitar e colocar o Jéferson em campo contra o Americano foi um risco e, em não se tratando de um fora de série, foi uma atitude idiota. Mas me parece sem sentido dizer que um atleta que já tinha uma inscrição feita precise fazer outra. A liminar do Vasco deveria anular a ação do Brasiliense. E essa anulação deveria restabelecer a condição de jogo do Jéferson. É o que acha a CBF. É o que acha até o Procurador-Geral do TJD.

Mesmo assim, perdemos os pontos. Nosso futuro na Taça Guanabara depende não do nosso time, mas do nosso (o que ele é mesmo?) advogado Luiz Américo e seu recurso, que será julgado na terça feira. É hora ideal para que ele justifique a terceirização do departamento jurídico do clube e o generoso salário que recebe.

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Pra mim, o que vai decidir se o recurso será bom ou não para o Vasco será a última rodada. Algo me diz que se o Fluzim se classificar mesmo que o Vasco tenha seus pontos de volta, a gente ganha nos tribunais. Se os tricoletas mantiverem sua regularidade no campeonato e dependerem do Vasco perder 6 pontos para se classificar, estamos lascados.

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E depois da pior semana do ano, uma notícia boa: Leonardo se apresentou e já se considera pronto para jogar. É um bom reforço para a zaga, que nem conta com tantas opções assim atualmente.

Uma pena que ele não possa nos ajudar nas defesas dentro dos tribunais também….