Blog do Bob Colina
Alô, Turma da Fuzarca!
O primeiro teste do ano não foi exatamente o desejado, mas era o que se podia esperar dez dias depois da reapresentação do elenco.
Valeu pela movimentação e por provarmos, sejam potenciais reservas ou titulares, que o Vasco é o time da virada!
Mas ainda faltam muitos treinos e gostas de suor a serem derramadas sob o sol do Espírito Santo para termos um time.
Vamos torcer!
Saudações bacalhescas.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Um atentado à história e ao torcedor do Vasco
Blog O Sentimento Não Pode Parar
Apoiada por uma imprensa que teima em não divulgar os atentados contra a história do nosso amado Clube, a nova diretoria continua destruindo a identidade e a memória do Club de Regatas Vasco da Gama. Após as infelizes camisas 'fashion' e do roubo e desaparecimento das estrelas na camisa, agora vieram com uma idéia de alteração no escudo do Clube. A última da turma do MUV foi a divisão das arquibancadas do Vasco em dois setores, tirando do torcedor o conforto e a mobilidade dentro do estádio, além de atrapalhar totalmente a visão dos espectadores. Pelo visto quando eu voltar de férias em março corro o risco de ver um time com qualquer outro nome que não seja Vasco da Gama. Essa seria a mudança final dos MUVânus.
Logo após o rebaixamento (atentado esportivo), vieram os lançamentos das infelizes camisas da Champs (atentado visual). Horrorosas, o que levou ao desespero a maioria dos amantes da Cruz de Malta. A chiadeira foi geral e o diretor de marketing, José Henrique Coelho teve a audácia de dizer que o Vasco era 'fashion'. O choque com esses horrores foi tão grande que pouca gente percebeu que haviam sido furtadas duas de nossas estrelas. Agora, além de passarem de oito para seis, elas foram para trás da camisa. Time ter aumento de estrelas eu já vi, mas diminuição é inédito.
Pouco tempo depois, vieram os modelos tradicionais, também com duas estrelas a menos (foto ao lado). Nos modelos de treino e viagem não constam nossas glórias. A torcida adoraria saber quais foram as duas conquistas retiradas. Afinal, uma das promessas de campanha era transparência, o que tem faltado na Colina há anos. Será que depois de demitir funcionários e comissão técnica oriundos da administração Eurico Miranda, a nova diretoria agora também vai eliminar as estrelas conquistadas na gestão do ex-dirigente (como vice de futebol)?
Dirão alguns que essas são mudanças plásticas ou como disse Coelho, pra melhorar o visual, como se algum vascaíno gostasse de ver seu manto sagrado sem as estrelas. Eis então que eles pintam com mais uma novidade que só pode ter saído da cabeça de um ser sem cérebro. Segundo o site globoesporte.com, o Clube estuda para 2010 uma modernização do escudo. Será que no lugar do caravela eles colocarão o Titanic para retratar o afundamento do Vasco que eles vêm realizando?
Certamente virão alguns e pensarão: pô o Diego está mais parecendo um euriquista. Pois então lá vai a pancada final, que atinge todos aqueles que tem o hábito de frequentar as arquibancadas do Monumental de São Januário. Foi lançado hoje um pacote de ingressos para os jogos do Vasco em São Januário no Campeonato Estadual 2009. E pasmem os senhores. Haverá diferenciação de preço entre a arquibancada central (R$ 30 inteira e R$ 15 meia) e a arquibancada de curva (R$ 20 inteira e R$ 10 meia). Obviamente, isso será aplicado não só no pacote, mas também no ingresso avulso. Assim, podemos imaginar que haverá uma divisão no meio da arquibancada, possivelmente com uma grade ou um vidro, o que atrapalhará centenas de pessoas de ver o que se passa no lado oposto do gramado.
Observem na foto do início do post que a separação será na altura da bandeirinha de escanteio, local onde costuma se concentrar a Força Jovem, maior organizada do Clube. Observem também que a separação coincide com a parte coberta da arquibancada. Dessa forma os que pagarem mais caro, apesar de uma suposta visão privilegiada, estarão expostos ao tempo seja ele chuvoso ou ou ensolarado. A parte coberta, que servia de refúgio quando o tempo não ajudava, estará impossibiltada de receber os espectadores da área central. A liberdade de acesso ou saída conforme o desejo do torcedor também está cortada.
Novos tempos amigos e o respeito e o conforto do torcedor que se danem. Esse é o tal capitalismo que chegou ao nosso amado Vasco da Gama. O dinheiro é que manda e a imprensa diz amém. Como frisou a diretoria no início do ano, o apoio do torcedor em 2009 será fundamental. Com o nosso dinheiro eles vão poder pagar o salário de gerente de futebol, diretor de futebol, etc. E tambem garantir o cofrinho recheado dos integrantes do MUV, como o assessor (ex-vice) jurídico Luiz Américo (55 mil) e do Fernandão, responsável pelos esportes olímpicos. E olha que o nome da chapa era 'Por Amor ao Vasco'. Até agora está mais para 'Por amor ao nosso bolso'.
Como alucinado pelo Clube, continuarei pagando o que for para ver os jogos do Vasco. O prazer que isso me concede não tem preço. Porém como blogueiro, não poderia deixar mais esse absurdo passar impune.
Apoiada por uma imprensa que teima em não divulgar os atentados contra a história do nosso amado Clube, a nova diretoria continua destruindo a identidade e a memória do Club de Regatas Vasco da Gama. Após as infelizes camisas 'fashion' e do roubo e desaparecimento das estrelas na camisa, agora vieram com uma idéia de alteração no escudo do Clube. A última da turma do MUV foi a divisão das arquibancadas do Vasco em dois setores, tirando do torcedor o conforto e a mobilidade dentro do estádio, além de atrapalhar totalmente a visão dos espectadores. Pelo visto quando eu voltar de férias em março corro o risco de ver um time com qualquer outro nome que não seja Vasco da Gama. Essa seria a mudança final dos MUVânus.
Logo após o rebaixamento (atentado esportivo), vieram os lançamentos das infelizes camisas da Champs (atentado visual). Horrorosas, o que levou ao desespero a maioria dos amantes da Cruz de Malta. A chiadeira foi geral e o diretor de marketing, José Henrique Coelho teve a audácia de dizer que o Vasco era 'fashion'. O choque com esses horrores foi tão grande que pouca gente percebeu que haviam sido furtadas duas de nossas estrelas. Agora, além de passarem de oito para seis, elas foram para trás da camisa. Time ter aumento de estrelas eu já vi, mas diminuição é inédito.
Pouco tempo depois, vieram os modelos tradicionais, também com duas estrelas a menos (foto ao lado). Nos modelos de treino e viagem não constam nossas glórias. A torcida adoraria saber quais foram as duas conquistas retiradas. Afinal, uma das promessas de campanha era transparência, o que tem faltado na Colina há anos. Será que depois de demitir funcionários e comissão técnica oriundos da administração Eurico Miranda, a nova diretoria agora também vai eliminar as estrelas conquistadas na gestão do ex-dirigente (como vice de futebol)?
Dirão alguns que essas são mudanças plásticas ou como disse Coelho, pra melhorar o visual, como se algum vascaíno gostasse de ver seu manto sagrado sem as estrelas. Eis então que eles pintam com mais uma novidade que só pode ter saído da cabeça de um ser sem cérebro. Segundo o site globoesporte.com, o Clube estuda para 2010 uma modernização do escudo. Será que no lugar do caravela eles colocarão o Titanic para retratar o afundamento do Vasco que eles vêm realizando?
Certamente virão alguns e pensarão: pô o Diego está mais parecendo um euriquista. Pois então lá vai a pancada final, que atinge todos aqueles que tem o hábito de frequentar as arquibancadas do Monumental de São Januário. Foi lançado hoje um pacote de ingressos para os jogos do Vasco em São Januário no Campeonato Estadual 2009. E pasmem os senhores. Haverá diferenciação de preço entre a arquibancada central (R$ 30 inteira e R$ 15 meia) e a arquibancada de curva (R$ 20 inteira e R$ 10 meia). Obviamente, isso será aplicado não só no pacote, mas também no ingresso avulso. Assim, podemos imaginar que haverá uma divisão no meio da arquibancada, possivelmente com uma grade ou um vidro, o que atrapalhará centenas de pessoas de ver o que se passa no lado oposto do gramado.
Observem na foto do início do post que a separação será na altura da bandeirinha de escanteio, local onde costuma se concentrar a Força Jovem, maior organizada do Clube. Observem também que a separação coincide com a parte coberta da arquibancada. Dessa forma os que pagarem mais caro, apesar de uma suposta visão privilegiada, estarão expostos ao tempo seja ele chuvoso ou ou ensolarado. A parte coberta, que servia de refúgio quando o tempo não ajudava, estará impossibiltada de receber os espectadores da área central. A liberdade de acesso ou saída conforme o desejo do torcedor também está cortada.
Novos tempos amigos e o respeito e o conforto do torcedor que se danem. Esse é o tal capitalismo que chegou ao nosso amado Vasco da Gama. O dinheiro é que manda e a imprensa diz amém. Como frisou a diretoria no início do ano, o apoio do torcedor em 2009 será fundamental. Com o nosso dinheiro eles vão poder pagar o salário de gerente de futebol, diretor de futebol, etc. E tambem garantir o cofrinho recheado dos integrantes do MUV, como o assessor (ex-vice) jurídico Luiz Américo (55 mil) e do Fernandão, responsável pelos esportes olímpicos. E olha que o nome da chapa era 'Por Amor ao Vasco'. Até agora está mais para 'Por amor ao nosso bolso'.
Como alucinado pelo Clube, continuarei pagando o que for para ver os jogos do Vasco. O prazer que isso me concede não tem preço. Porém como blogueiro, não poderia deixar mais esse absurdo passar impune.
Satisfação garantida ou o cargo de volta
Philip Kotler, um dos maiores, senão o maior teórico do marketing, define a atividade como sendo “um processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo de que necessitam e o que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros“. Ou, de uma maneira mais simples, o marketing é “a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício“.
Cliente, produto, valor, benefício, satisfação. Talvez o sr. Coelho não esteja conseguindo adaptar os termos corporativos ao mundo do futebol. Um vice-presidente de marketing do Vasco da Gama deveria saber que seu cliente é a torcida, o produto é o Vasco, o valor é a tradição centenária do clube e o benefício que queremos é ver o time em uma posição condizente com sua história no cenário nacional e mundial do futebol. Conseguir isso é atingir a meta do marketing: a satisfação dos seus clientes.
A demora em apresentar ações que motivem os vascaínos a apoiar incondicionalmente o time já é longa demais. Até agora, um pacote com seis ingressos para os jogos do Estadual realizados na Colina foi a principal medida do departamento de marketing. O projeto sócio-torcedor, prometido para agosto passado, depois para dezembro, ainda não saiu do papel.
Não fazer muita coisa já é ruim. Mas fazer algo que é evidentemente um erro, não tem como classificar. A decisão de utilizar os uniformes “fashion” em jogos do Estadual - inclusive em clássicos - é um desastre.
Primeiro, porque se até a versão das camisas tradicionais confeccionadas pela Champs são feias, não podemos chamar de menos que horríveis as versões modernas. Segundo porque, mesmo que a intenção seja dar uma feição contemporânea ao “produto” Vasco, há de se levar em consideração a satisfação do “cliente-torcida“.
O Vasco não é um “produto” qualquer. O Vasco é uma paixão cravada no coração de milhões de brasileiros. Não se pode mexer na faixa diagonal, elemento que nos distingue do lugar comum das faixas verticais e horizontais de milhões de times, como se muda uma embalagem de sabão em pó. A relação afetiva que a torcida têm com esse símbolo do Vasco é indestrutível. Não pode ser alterada por uma imposição.
Sr. Coelho: mais que o time - que mal ou bem tem sempre o suporte da torcida - a diretoria precisa contar com o apoio dos vascaínos. Depois dos vários erros que a atual gestão já cometeu, a insatisfação cresce. Tomar uma atitude dessas, querer que o Vasco jogue com camisas bizarras e, muito pior, sem sua tradicional faixa diagonal, é pedir para perder ainda mais aceitação. Lembre-se que os “clientes“, somos nós, os vascaínos de todo o mundo. Querer impor um uniforme desaprovado por grande parte da torcida para “irmos nos acostumando” é uma estratégia perigosa. O tiro pode sair duplamente pela culatra: a camisa pode acabar sendo boicotada e encalhar nas lojas, e mais uma medida que não agrada a ninguém ainda entra na conta da diretoria .
Qualquer dono de quitanda conhece o bordão “servir bem para servir sempre“. Se a vontade do cliente-torcida continuar a ser desrespeitada, não vai ser um “volte sempre” que vai reestabelecer a confiança da torcida no departamento de marketing. É melhor ouvir o que os vascaínos estão falando agora para não ouvir depois um “quem não tem competência não se estabelece“.
***
Passando para alguém da diretoria que ainda não fez lambanças: Rodrigo Caetano pretende fechar o elenco para o Carioca até segunda e demonstrou interesse no Aloísio. Mesmo que não seja mais um garoto e não sendo um primor de técnica, a vinda do ex-sãopaulino resolveria a falta de um centroavante pro time. Com uma boa dupla de armadores, o Aloísio tem tudo para ser o matador que precisamos.
***
Como se não bastassem os vários jogadores aliciados que sairam da Colina para os tricoletes, agora o Fluzim está atrás do Vasco-Barra…
Alguém nas Laranjeiras está precisando de um psicólogo.
Cliente, produto, valor, benefício, satisfação. Talvez o sr. Coelho não esteja conseguindo adaptar os termos corporativos ao mundo do futebol. Um vice-presidente de marketing do Vasco da Gama deveria saber que seu cliente é a torcida, o produto é o Vasco, o valor é a tradição centenária do clube e o benefício que queremos é ver o time em uma posição condizente com sua história no cenário nacional e mundial do futebol. Conseguir isso é atingir a meta do marketing: a satisfação dos seus clientes.
A demora em apresentar ações que motivem os vascaínos a apoiar incondicionalmente o time já é longa demais. Até agora, um pacote com seis ingressos para os jogos do Estadual realizados na Colina foi a principal medida do departamento de marketing. O projeto sócio-torcedor, prometido para agosto passado, depois para dezembro, ainda não saiu do papel.
Não fazer muita coisa já é ruim. Mas fazer algo que é evidentemente um erro, não tem como classificar. A decisão de utilizar os uniformes “fashion” em jogos do Estadual - inclusive em clássicos - é um desastre.
Primeiro, porque se até a versão das camisas tradicionais confeccionadas pela Champs são feias, não podemos chamar de menos que horríveis as versões modernas. Segundo porque, mesmo que a intenção seja dar uma feição contemporânea ao “produto” Vasco, há de se levar em consideração a satisfação do “cliente-torcida“.
O Vasco não é um “produto” qualquer. O Vasco é uma paixão cravada no coração de milhões de brasileiros. Não se pode mexer na faixa diagonal, elemento que nos distingue do lugar comum das faixas verticais e horizontais de milhões de times, como se muda uma embalagem de sabão em pó. A relação afetiva que a torcida têm com esse símbolo do Vasco é indestrutível. Não pode ser alterada por uma imposição.
Sr. Coelho: mais que o time - que mal ou bem tem sempre o suporte da torcida - a diretoria precisa contar com o apoio dos vascaínos. Depois dos vários erros que a atual gestão já cometeu, a insatisfação cresce. Tomar uma atitude dessas, querer que o Vasco jogue com camisas bizarras e, muito pior, sem sua tradicional faixa diagonal, é pedir para perder ainda mais aceitação. Lembre-se que os “clientes“, somos nós, os vascaínos de todo o mundo. Querer impor um uniforme desaprovado por grande parte da torcida para “irmos nos acostumando” é uma estratégia perigosa. O tiro pode sair duplamente pela culatra: a camisa pode acabar sendo boicotada e encalhar nas lojas, e mais uma medida que não agrada a ninguém ainda entra na conta da diretoria .
Qualquer dono de quitanda conhece o bordão “servir bem para servir sempre“. Se a vontade do cliente-torcida continuar a ser desrespeitada, não vai ser um “volte sempre” que vai reestabelecer a confiança da torcida no departamento de marketing. É melhor ouvir o que os vascaínos estão falando agora para não ouvir depois um “quem não tem competência não se estabelece“.
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Passando para alguém da diretoria que ainda não fez lambanças: Rodrigo Caetano pretende fechar o elenco para o Carioca até segunda e demonstrou interesse no Aloísio. Mesmo que não seja mais um garoto e não sendo um primor de técnica, a vinda do ex-sãopaulino resolveria a falta de um centroavante pro time. Com uma boa dupla de armadores, o Aloísio tem tudo para ser o matador que precisamos.
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Como se não bastassem os vários jogadores aliciados que sairam da Colina para os tricoletes, agora o Fluzim está atrás do Vasco-Barra…
Alguém nas Laranjeiras está precisando de um psicólogo.
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