quinta-feira, 27 de novembro de 2008

CHAMPionS

Clangoroso Apregoa Altaneiro


Em 2007, Romário. Em 2008, Edmundo.

Adivinha quem vai encerrar a carreira no Vasco em 2009...

Não dá idéia...

"PÉROLAS"DO RENATO GAÚCHO


SE BEM ENTENDI AS DECLARAÇÕES DO RENATO, ELE É A FAVOR DE QUALQUER PAGAMENTO EXTRA,VINDO DE FORA.ELE NÃO VÊ NADA DEMAIS NISSO.SERÁ QUE COMO JOGADOR ELE JÁ RECEBEU ALGUM?SEMPRE OUVI DIZER QUE QUEM RECEBE PRA SE ESFORÇAR,PODE,TAMBÉM,RECECEBER PARA AMOLECER,FAZER CORPO MOLE.E ISSO É NATURAL,GALERA?OUTRA PÉROLA FOI ELE AFIRMAR QUE, A EXEMPLO DA SELEÇÃO,O VASCO NÃO TEM UM LÍDER. E EO EDMUNDO,É O QUÊ^.FOI O ANIMAL QUE VETOU A CONTRATAÇÃO DO RENÊ SIMÕES - APÓS A SAÍDA DO TITA - E EXIGIU A CONTRATAÇÃO DO RENATO. COMO VOCÊ VÊ TUDO ISSO,EXATAMENTE NO MOMENTO QUE VIVE O VASCO?

Uniformes de segunda...


Alô, Almirantes...

Para variar, nesta reta final de Campeonato Brasileiro, estou atoladíssimo de trabalho. Hoje de manhã, que tive um tempinho a mais, pude escrever para vocês sobre o novo uniforme vascaíno com mais calma.

A impressão inicial era de que o uniforme branco era horrível e o preto, mais ou menos. Hoje, após dias analisando e conversando com amigos, reparo que os dois uniformes são feios.

A faixa estilizada que fizeram no uniforme branco ficou tosca e ainda denigre a imagem da instituição. Já o preto, a melhor definição que eu ouvi foi: "parece o uniforme do Corinthians, só que torto".

Definitivamente, esses uniformes novos não dão. Tentamos ver aqui se acabar com a faixa fere o estatuto do clube e, infelizmente, não fere. O estatuto fala apenas da bandeira, não do uniforme.

...::: UM POUCO DE HISTÓRIA :::...
(fonte: site oficial do Vasco)


A faixa diagonal do uniforme vascaíno veio no remo, mas a cruz de malta ficava no meio da faixa (e não no peito como é hoje) e a faixa era invertida. O primeiro uniforme de futebol era sem faixa, todo preto com golas brancas. Há pouco tempo, foi feita um uniforme todo preto para homenagear este primeiro uniforme do Vasco.

A faixa no uniforme do futebol foi retomada nos anos 30. A camisa principal do Vasco continuou sendo preta, mas desta vez com uma faixa na diagonal branca. O uniforme branco, com a faixa diagonal preta, só foi utilizado pela primeira vez por sugestão do treinador Ondino Viera. O argentino fez alusão ao uniforme do River Plate (ARG).

Ou seja, a faixa sempre existiu. Daí vem uma empresa de segunda fazer um uniforme de segunda, extinguindo a faixa. Isso não pode acontecer de verdade. Algo terá de ser feito... não sei o que, mas do jeito que está não dá.

...::: PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR :::...

Em um momento complicado como este, por que resolveram divulgar novo uniforme agora? Seria para desviar a atenção dos problemas em campo.

Não sei se vocês repararam, mas esta é uma prática comum da diretoria. Sempre que o Vasco perdia, a diretoria desviava as atenções: falava de novo patrocinador, de novo material esportivo, de novo reforço... mas nunca falava da equipe ou do resultado negativo.

Quero ver o que a diretoria nova vai falar caso o Vasco caia para a segunda divisão. Será que vai assinar com a Eletrobras no dia seguinte e vai comemorar um novo tipo de patrocínio, inédito no Brasil?


É isso, galera...
Amanhã, volto a falar sobre o time porque esses fatos extra-campo estavam me incomodando recentemente.
Ah, eu não deixei de acreditar: "Rebaixamento, nunca mais!"
SaraVasco a todos!

Isso não pode ser sério

Blog O Sentimento Não Pode Parar

A diretoria do Vasco aprovou nesta segunda-feira (24/11), os novos modelos de uniforme do time, produzidos pela Champs para o ano que vem. As novas camisas têm algumas inovações em relação aos modelos atuais:

O número de estrelas foi reduzido de oito para seis (duas vermelhas e quatro douradas) e saíram de cima da cruz de malta. Na nova camisa, ficam na parte de trás, próximas a gola.

A estréia do novo uniforme está prevista para janeiro na Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Não ficou claro na nota da diretoria se estes uniformes serão utilizados em jogos. Se forem, essa será a maior aberração da história do Club de Regatas Vasco da Gama. Além disso, algumas pontuais observações precisam ser feitas.

Isso lá é hora de se falar em uniforme novo? Estamos há duas rodadas do fim do Campeonato Brasileiro, onde brigamos com todas as forças contra o rebaixamento e nenhuma pessoa que ame o Vasco consegue pensar em outra coisa que não seja essa triste ameaça. Porém, já virou rotina nesse curto período de nova administração, lançar notícias na imprensa logo após as derrotas, tentando fugir da responsabilidade que lhes foi dada e não souberam arcar. Após cada derrota, vem logo alguém da direção à imprensa lançar notícias sobre Eletrobrás, Champs ou qualquer coisa que possa tirar o foco da torcida.

Não quero duvidar das boas intenções da diretoria. Porem, não posso deixar de lamentar o absoluto despreparo e inocência daqueles que hoje comandam o Vasco. Àqueles que por trás da imagem do nosso maior ídolo, assumiram o Clube e fazem bobagem atrás de bobagem, principalmente na pessoa do vice de Marketing, José Henrique Coelho. A última pérola soltada por ele foi: “O Vasco é fashion”. Na boa, rapaz. O Vasco é tradição, o Vasco é glória, o Vasco é pioneirismo, o Vasco é luta, o Vasco é povo. Se quer trabalhar em clube fashion, está no lugar errado.

Sobre uniformes, o Vasco, respeitando suas tradições, deveria ter três tipos fixos e caso fosse de interesse do marketing, algum outro para comercialização. Os três uniformes fixos seriam: o preto com faixa branca (primeiro uniforme), o branco com faixa preta (segundo uniforme) e a camisa toda preta (terceiro uniforme, em homenagem ao uniforme original do futebol do Club). Se quisessem, poderiam fazer uma menção à nossas origens portuguesas em uma camisa especial, que seria amplamente comercializada.

Um abaixo-assinado já está correndo na Internet e em todas as enquetes o modelo novo está sendo reprovado. Esperamos que isso sensibilize a direção à abortar essa infeliz idéia desse uniforme. A fiel e apaixonada torcida cruzmaltina agradece. Os fashions...Bom, os fashions que procurem o shopping para suas compras de boutique...

A tal mala branca

Repercutiu bastante nos jornais do Rio de Janeiro a declaração do treinador Renato Gaúcho se dizendo a favor da mala branca. O procedimento é bem simples e costumeiro, consistindo em um agrado financeiro a um time, já desinteressado do campeonato, para endurecer o jogo contra um adversário direto do pagador.

Sobre isso, apenas um parágrafo: Lembro-me bem da época de escola, quando meu time, brigando para ir às semifinais, enfrentava um adversário já eliminado, precisando vencer por 9 gols de diferença. O time que brigava conosco pela vaga, ofereceu lanches aos nossos adversários, para que eles endurecessem o jogo e nos eliminassem. Felizmente, vencemos por 12x0 e nos classificamos, sendo campeões em seguida.
Quero com isso apenas mostrar que a mala branca é uma prática comum e nada tem de corrupção. Receber dinheiro pra jogar bem nada tem de errado. Repugnável e absurda é a tal mala preta, onde um time recebe dinheiro para 'entregar' uma partida. A isso sou absolutamente contra, em qualquer esfera da vida.

Com que roupa?

Alô, Turma da Fuzarca!

Após o susto inicial, os gajos da diretoria disseram que a nova empresa vai continuar fabricando os uniformes tradicionais.

E, ao longo de 2009, teremos muitas camisas para para usar o time. Ou seja, antes de entrar em campo, indecisão sobre que roupa usar.

E tenho fé que todas estas dúvidas pairarão na cabeça dos jogadores, comissão técnica e diretoria na Primeira Divisão!

Tenho esperança de que a tradição da Cruz de malta fará a diferença nas últimas duas rodadas deste Brasileiro, o pá!

Saudações bacalhescas.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

'Um pacto de segunda...'


Longe da mídia, fora do burburinho que se forma em torno do prossível rebaixamento do Vasco à Série B, o primeiro vice-presidente geral, Luso Soares da Costa, é tido nos bastidores de São Januário como um dos principais responsáveis pela (des) montagem da estrutura do atual departamento de futebol do clube.

Homem ligado à colônia portuguesa, alicerce importante para que Roberto chegasse ao poder, Luso abriu mão da indicação de seu nome à presidência pela oposição desde que tivesse alguns poderes no futebol.

Triste pacto!

Apoiado pelo falecido Arthur Sendas e pelo atual vice-presidente da Assembléia Geral, Antônio Gomes da Costa, partiu dele a indicação de Manoel Fontes, o Neca, para assumir a vice-presidência de futebol, assim como a contratação de Carlos Alberto Lancetta para chefiar o departamento.

Aliás, recai também sobre Luso a relutância em demitir o técnico Antônio Lopes, seu amigo pessoal — decisão só tomada após a derrota para o Coritiba, a sexta do time em dez jogos sob nova administração.

Como Luso acumula também a vice-presidência de patrimônio, Roberto decidiu tocar o futebol.

Porém, sem respaldo político para refazer os estragos de seu vice, foi voto vencido na decisão de reconduzir
ao cargo o ex-superintendente de futebol Paulo Angione e passou, com a ajuda de Renato Gaúcho, a tenta dar um mímino de funcionabilidade a um departamento que sente a falta de um gestor profissional.

E vem daí parte da incompetência em gerir um clube de futebol endividado e cheio de vícios: exatamente a falta de um nome com capacidade e credibilidade para conduzir a pasta mais importante do governo.

Ou seja: a falta de conhecimento sobre a rotina da administração desportiva, aliada à divisão política e à soberba, fez água numa embarcação, que já navegava remendada com improvisos questionáveis.

Ao mexer nos profissionais que cuidavam de uma casa de máquinas cheia de problemas na engrenagem, a atual administração desfez o que havia de bom no seu futebol e o Vasco passou a navegar à brisa do mar.

Foi-se a mobilidade, as tempestades (derrotas, deserções de jogadores e dívidas não declaradas) varreram o parco suporte financeiro para os meses que já se supunham difíceis, e o resultado hoje se vê na tabela.

Como o almirante que inspira seu nome, o Vasco precisa saber como vencer as tormentas...
Blog da Fuzarca


Pode ser que vistas já prontas elas melhorem, mas no papel, os modelos das camisas criadas pela Champs e aprovadas pela diretoria são, pra dizer no mínimo, de gosto duvidoso. Entre as duas, a preta até se salva - não sou partidário dos que reclamam de descaracterização. Não seria a primeira camisa cruzmaltina sem as faixas: a Umbro fez um modelo todo negro que era bem bonito - mas a branca ficou bem feinha.

“Os modelos tradicionais continuarão sendo fabricados pela Champs“, diz a matéria no site do clube. Espero que elas também continuem a ser usadas nos jogos.

'Falar em mala-branca é dar tiro no pé'

Blog de Marluci Martins

Na minha cabeça, o que restava ao Vasco nesse fim de ano, além da esperança que está prestes a se apagar, era a dignidade. O comando do clube passou para mãos acima de qualquer suspeita. As mãos daquele que deu os pés pelo Vasco durante maior parte de sua vida de atleta. Com Roberto Dinamite no poder, acreditou-se que seria possível resgatar a bonita tradição vascaína. Como primeira providência, o clube abriria a jornalistas banidos a mesma porta social por onde os negros passaram nos tempos em que, em outras praças, um ou outro ainda tinha de usar pó-de-arroz na cara para jogar futebol.

O técnico Renato Gaúcho e o gerente de futebol Carlos Alberto Lancetta talvez não conheçam a história. Ou, talvez, não tenham compreendido o que representou a troca de comando no mais alto escalão do poder em São Januário. Falar em mala branca por lá, numa época em que se tenta resgatar a ética, é dar um tiro no pé. O Vasco não precisa dar dinheiro aos adversários. Que cumpra seu destino, nem que o tombo seja inevitável. Mas que não perca a dignidade que recuperou com tanto esforço. Pior que perder é não saber perder.

Que roupa é essa, o pá?!

Alô, Turma da Fuzarca!

Que uniforme é este que será usado em 2009? Onde está a nossa tradição?

Consultei Dom Manolo, que me disse: 'Em 85 anos, o Vasco nunca abriu mão da faiza diagonal'!

Eu a quero de volta, o pá! E não me venham com essa de que aquele cometa que puseram no lugar é "fashion".

Sejamos sensatos, faltou cuidado e carinho vascaíno na feitura dos modelos - estão feios!

Saudações bacalhescas.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

ANALISANDO O ANIMAL


INCRÍVEL COMO O EDMUNDO DIVIDE AS OPINIÕES DOS VASCAÍNOS.MAS,PARA A GALERA DA ARQUIBANCADA,ELE É O MAIOR ÍDOLO.ONTEM,AO CHEGAR AO GALEÃO,DE VOLTA DE BELO HORIZONTE,VÁRIOS TORCEDORES ME PARARAM E COMEÇARAM A DISCUTIR.A MAIORIA ALI,METENDO BRONCA.LEMBRANDO QUE CONTRA O SPORT PERDEU PÊNALTI;NO MUNDIAL,TAMBÉM, DIANTE DO CORINTHIANS.E ONTEM PERDEU UM GOL FEITO,NA CARA DO ROGÉRIO CENI.E VOCÊ, COMO ANALISA O EDMUNDO ?

O preço da ineficiência

Blog da Fuzarca


O time do São Paulo é um time entrosado, bem treinado, com jogadores de qualidade e que se conhecem há bastante tempo. É um bom time, merecedor de estar na posição em que se encontra.

É um time imbatível? Não.

Mas porque começar um post dessa forma logo depois que perdemos para os caras? Porque ontem tivemos uma mostra da principal diferença entre o nosso time e o time deles. O que mais nos distigüe não só do São Paulo, mas dos outros 17 clubes à nossa frente na tabela não é a falta de entrosamento, jogadores de qualidade ou de um bom treinador (mesmo que não tivessemos tido nenhum dos três durante todo o campeonato). A principal diferença é que os outros times têm um mínimo de EFICIÊNCIA. Nós, infelizmente, fomos muito pouco eficientes não apenas ontem, mas ao longo de todo o Brasileirão.

Ontem, por exemplo. Durante boa parte do jogo, nós tivemos mais posse de bola. Mas apesar disso, não podemos dizer que jogamos melhor que o São Paulo em qualquer minuto da partida. Tinhámos a bola e não sabíamos o que fazer com ela. Errávamos muitos passes. A defesa, que nem teve tanta culpa ontem, viveu a base dos chutões, diferente da do São Paulo, que se segurou na boa mesmo quando tentávamos pressionar. Quando conseguíamos finalizar, finalizávamos mal. Tanto que nosso gol saiu em um acidente.

Aí, nós conseguimos perder o jogo com as jogadas mais manjadas do São Paulo, as bolas paradas. O primeiro gol não dava pra culpar a defesa, já que veio em uma boa cobrança de falta (boa e não excelente. Não digo que a bola era defensável nem tiro os méritos do Jorge Wagner, mas tive a impressão de que o Rafael pulou meio atrasado). Agora, o segundo gol é o tipo de lance que não poderia acontecer de maneira nenhuma. Primeiro porque as jogadas de escanteio do São Paulo já são famosas e foram comentadas milhares de vezes. E segundo porque é INADMISSÍVEL ter um jogador livre na área como estava o Hugo no lance. Eu fiz questão de pegar, quadro a quadro, a movimentação do sujeito que deveria estar marcando o meia tricolor: ele não marcava ninguém na hora da cobrança do escanteio, continuou deixando o cara livre na hora que a bola foi rebatida pra frente da área e pra terminar, correu para o lado contrário do lance quando o jogador sãopaulino dominou a bola.

E quem era o jogador que deveria estar em cima do Hugo, se não evitando que a bola fosse chutada ao gol, pelo menos tentando atrapalhar o arremate? Era o Mateus. O mesmo Mateus que adora fazer a escolta dos adversários quando eles estão com a bola, porque marcar que é bom, nada. É o famoso marcador “migué“, como já foi falado por aqui várias vezes. E o que podemos esperar de um volante que não é eficiente na marcação?

Ainda assim, tínhamos cerca de 40 minutos para pelo menos empatar a partida. Mas aí, veio novamente a falta de eficiência, agora no ataque. Alex Teixeira, Leandro Amaral (esse, terrível durante todo o jogo) e Edmundo simplesmente não conseguem acertar o gol. Tivemos o mesmo número de finalizações do São Paulo, mas a bola entrar, que é bom, nada. O gol que o Edmundo perdeu, sozinho, na marca do pênalti, é daqueles que vão entrar na parte negativa da sua história. Como vencer um time arrumadinho, que não precisa jogar bonito - como não jogou - mas que é um exemplo de competência se falhamos tanto na marcação como no ataque?

***

Alguém me explica o que se passa na cabeça do Renato Gaúcho? O que ele imaginou que o Alan Kardec poderia fazer entrando no jogo? E isso com Edmundo, Leandro Amaral e Alex Teixeira em campo! Isso de achar que colocar um punhado de atacantes quando o time está perdendo me lembra muito um técnico que já foi delegado de polícia…

E o Pedrinho entrou e não fez nada. E, aposto, mais um monte de gente vai falar que ele é um velho, com problemas físicos e ex-jogador em atividade. Agora eu me pergunto: o Renato não coloca o cara pra jogar nunca, e quando coloca, é sempre com o time perdendo, com a equipe já toda desmontada e com o jogadores no maior desespero. Quando é que um jogador vai conseguir desenvolver todo seu potencial entrando desse jeito nos jogos? NUNCA!

Mas não….pra muita gente a culpa é do Pedrinho. É por essas e outras é que Madson é o destaque do time.

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Enquanto isso, o Renê Simões…

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Agora só com calculadora e reza forte. E secar o Náutico e o Figueira….

Está por um tri(z)

São Paulo nem precisou jogar muito para manter a série de 16 jogos sem derrota. O Vasco tentou o pouco que sabe e perdeu de novo o jogo e, pro-vavelmente, um lugar na Série A.

Quando Renato tentou abrir um pouco mais o Vasco nas últimas partidas, apostando numa linha de frente com Edmundo e Leandro Amaral, o time se perdeu, expôs a má defesa, e foi goleado pelo Atlético Mineiro. As boas vitórias recentes foram construídas com Alex Teixeira e Madson armando para um só atacante. Foi o melhor modo de preparar um elenco fraco, talvez o pior das últimas décadas em São Januário. Contra apenas um ata-cante, o São Paulo poderia abrir pé do esquema com três na zaga. Até porque Muricy é dos poucos quem mudam a taticamente sem precisar mudar os nomes. Algo que a defesa vascaína, por vezes, dá a impressão de jamais fazer. Não é só uma questão para o treinador resolver. É um pro-blema técnico. Começando pelos dois volantes.

Muricy mudou o posicionamento da zaga. André Dias foi marcar pela di-reita, fazendo a de Rodrigo. Anderson atuou na sobra. O problema são-paulino no primeiro tempo foi ter assistido a Madson atuar com imensa liberdade pelos dois lados. Nos primeiros 10 minutos, o Vasco foi mais ti-me, aproveitando o buraco entre os três zagueiros, Jean e a linha de qua-tro armadores tricolores. Aos poucos, porém, o São Paulo foi acertando o pé, e calibrando o passe. Mais uma bobagem vascaína criou letal cobrança de falta de Jorge Wágner, aos 21. O que parecia o momento ideal para o Tricolor cadenciar o jogo e explorar o contragolpe deu errado. A má mar-cação sobre Wágner Diniz e Madson criou os espaços que o Vasco apro-veitou e empatou aos 30, na infelicidade de Miranda, o único que chegou perto do meia carioca, o suficiente para desviar a bola para longe de Ceni.

No intervalo, o São Paulo soube do gol do Grêmio, na Bahia. Por 18 minu-tos, o Tricolor gaúcho só dependia dele para ser tricampeão brasileiro. Mas torcer pelo Vasco tem sido tão difícil quanto secar o Tricolor: Hugo ficou livre para desempatar, aos 3 minutos. Exatos 90 segundos depois, o Vitória empatou, no Barradão. O São Paulo retomava a ponta. Mais 13 minutos até a virada à baiana, que deixou o Tricolor a uma vitória do títu-lo. E o Vasco pressionando, perdendo chances inacreditáveis com Edmun-do (que substituiu Edu) ou com Rogério defendendo o que o Vasco não soube marcar. À frente e atrás.

Vasco 1×2 São Paulo


* Apenas quatro times brasileiros nunca caíram para a Série B. O Vasco é um deles. Mas a participação neste grupo seleto está prestes a ser a rompida. Isso porque o timede Renato Gaúcho, Odvan, Jorge Luís e Jonílson perdeu para o São Paulo, em São Januário, e se complicou de vez. Mesmo com duas vitórias nos próximos jogos, o Vasco não garante matematicamente a permanência na Série A. O time se esforçou, a torcida fez sua parte, mas o resultado não aconteceu. Edmundo, com toda a experiência, também não poderia ter perdido um gol daqueles. Enquanto isso, o São Paulo ri à toa. O tricolor completa três meses sem saber o que é perder. Os resultados da rodada ajudaram. E agora, a equipe só precisa de dois pontos para conquistar o inédito tricampeonato brasileiro. Convenhamos, a parada já está definida.

Vasco acima de tudo e de todos

Alô, Turma da Fuzarca!

Confesso que estou abatido... Nós lotamos o caldeirão, apoiamos minutos após minuto e o resultado não aparece.

Mostramos aos jogadores que estamos com eles, apoiando o time, confiando independentemente de qualquer coisa e os erros se repetem.

Sou torcedor, sou Vasco acima de tudo e de todos. Por isso eu acredito, mantenho a minha esperança em evitar a infâmia do rebaixamento.

Vamos, Gigante, fazer a diferença.

Saudações bacalhescas.